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Andam marotas, travessas, endiabradas... andam doces, felizes, apaixonadas... andam livres, irrequietas e inquietas... trazidas por um misterioso vento de mudança, um sopro intenso que recupera e revitaliza a tradição oral, dando-lhe novo fôlego numa sociedade que parecia tê-la esquecido.

São dois movimentos diferentes que queremos seguir de muito perto: as noites de Poesia nos bares de Lisboa e Porto e a vaga de contadores de histórias que reclamam e reinventam na sociedade atual um lugar que pertenceu outrora aos jograis, aos segréis, aos menestréis e aos trovadores. A palavra falada, dita, contada, declamada, a retomar o seu espaço nas nossas vidas... Como gostamos disso! Tem sabor de infância, mas tem também um sabor boémio e saltimbanco com coração vagabundo.

Tentamos por isso manter-nos a par do que vão fazendo estes dois mundos. No próximo fim de semana contamos estar com os contadores de histórias. Tivemos visitas e não pudemos assistir ao VIII Festival Internacional de Contadores de Histórias, mas no próximo fim de semana, se as viroses, otites, "gripites" e outras "ites" nos derem finalmente algum sossego, não queremos perder a Fábrica de Histórias na Fábrica da Pólvora. Vamos deixar-nos encantar! Ó se vamos! Porque é de encantamento que se trata... para miúdos e graúdos.

Até porque vai lá estar o Rodolfo Castro, auto-intitulado de "O Pior Contador de Histórias do Mundo", que tivemos o privilégio de escutar no Verão passado no FIG - Festival de Internacional de Gigantes no Pinhal Novo e que nos deixou ansiosos por poder repetir a experiência. Se também for do vosso interesse, toda a informação sobre este evento está disponível no website da Partilha Narrativa e na sua página de Facebook.

 

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