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     O que seria do mar?

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    Andam marotas, travessas, endiabradas... andam doces, felizes, apaixonadas... andam livres, irrequietas e inquietas... trazidas por um misterioso vento de mudança, um sopro intenso que recupera e revitaliza a tradição oral, dando-lhe novo fôlego numa sociedade que parecia tê-la esquecido.

  •  Pavilhão do Conhecimento - DÒING

    O espaço DÒING no Pavilhão do Conhecimento foi a grande descoberta deste fim de semana.

  • Prémio ILUSTRARTE 2016 - Violeta Lópiz

     

    Esta semana fomos perder-nos no Ilustrarte 2016 - VII Bienal Internacional de Ilustração no Museu da Eletricidade. Um paraíso para quem gosta do Livro Infantil e de Ilustração. A decorrer até 17 de abril.

  • Snapshot de um curso no Coursera

     

    Se no post anterior vos trouxemos a nossa paixão pelo Do-It-Yourself, neste vimos partilhar convosco as alegrias do Learn-It-Yourself! A expressão é minha, mas parece-me muito adequada para descrever tanto a nossa forma de estar enquanto família, como a fabulosa revolução a que estamos atualmente a assistir na nossa Sociedade.

    Enquanto casal sempre fomos ambos dados à aprendizagem ao longo da vida e muito autodidatas. Sempre que precisámos de um conhecimento, nunca nos atrapalhámos para o adquirir e aprofundar por nós próprios. Sempre recorremos às bibliotecas, aos livros, às revistas, ao multimedia, aos sites, aos fóruns na Internet,  às conversas com amigos… E esse bichinho da curiosidade vai gradualmente passando para os nossos filhos. Mas, apesar de sermos estes fervorosos aprendizes ao longo da vida, nada nos preparava para esta fabulosa, fantástica e poderosa realidade que são os MOOC’s! Surpreendido

  • Relógio das rotinas para ajudar cirança a situar-se no dia - vista  da metade do círculo correspondente às atividades do dia

    “Mamãzita, porque é que não posso comer leite e bolachinhas agora? Porque agora são horas do almoço, Minhoca.” “Mamãzita, já é um novo dia? Não Minhoca, agora são horas do lanche. Hoje dormiste uma sesta.” “Papázito, não quero ir já para a cama. Vá lá, vá lá. Ainda não são horas de ir para a cama. Quero brincar mais um bocadinho.”

  • Farol do Cabo Espichel, Sesimbra

    Recomendamos. Sem sombra de dúvida. Cada visita tem sido uma experiência muito enriquecedora.

  • Plano aproximado de pedaços de carvão

    Fomos ao Dia Verde, mas afinal acabámos por descer à Sala do Inferno…

  • A Ilha e o Castelo de Almourol no rio Tejo

    Domingo passado foi o último dia das férias escolares do Maxi. Foi também a nossa última visita deste ano no âmbito do programa Ciência Viva no Verão 2013. Almourol foi o nosso destino…

  • Imagem de dois pinheiros altos, lado a lado.

    No fim de semana passado estivemos numa festa de aniversário na Quinta da Qura em Albarraque. Na Quinta da Qura funciona um Centro de Reabilitação com cavalos. Está instalada num espaço muito castiço e agradável que rentabilizam alugando também aos fins de semana e feriados a quem quiser realizar lá a sua festa de aniversário ou qualquer outro tipo de convívio.

  • Embalagens de queijo fresco usadas para as sementeiras na horta

    Cá em casa começámos as sementeiras no último fim de semana e temos adiantado todos os dias um bocadinho. As sementeiras são um excelente pretexto para reutilizar embalagens. Tínhamos imensas guardadas para este efeito, mas mesmo assim não devem chegar. Entre elas destaca-se uma quantidade generosa de boiões de iogurte, embora as nossas favoritas sejam as dos queijos frescos. São de um material mais resistente e duradouro e muito boas de arrumar nas bandejas de esferovite que também fomos colecionando para este efeito. Além disso, já trazem o buraquinho pronto! Piscar de olho 

  • Foto de um execerto do livro O guardião das coisas pequenas de Begoña Oro

    Os livros e as leituras têm lugar cativo neste blog. Entre essas leituras, nesta fase da nossa vida destacam-se muito particularmente aquelas que fazemos com as nossas crias. Os momentos de leitura cá em casa são momentos de doçura familiar. Ler para eles e com eles é valorizado e prezado por todos, embora tenda a ser sobretudo uma cumplicidade entre mãe e filhos. E para mim como mãe, são momentos preciosos. Não o são meramente pelo seu valor pedagógico, embora o reconheça, claro, e saiba que são um dos motivos que os levam a gostar tanto de livros. Mas são preciosos principalmente porque nos permitem sonhar, rir e chorar juntos. Adoro que nos emocionemos juntos. São preciosos também porque nos permitem descobrir, aprender, refletir, conversar e são o ponto de partida para tantas outras partilhas valiosas. Para mim pessoalmente trazem também o bónus de me permitirem mergulhar novamente no universo da infância e do seu imaginário. Confesso: adoro literatura infanto-juvenil!

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    …podia ter sido um dia perfeito…

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    Pés calçados com uns botins-pantufas com as solas restauradas

    O R. recebeu estas pantufas pelo Natal. A “sola” de tecido com relevos rugosos prometia transformá-las muito rapidamente em lixo. Bem dito, bem feito… uma semana de uso e começaram logo a surgir os primeiros buracos!